Para assessores e escritórios de investimento
Consolidar carteira, fechar rentabilidade, montar a conversa da próxima reunião. É trabalho necessário — e é onde vai boa parte da semana. A plataforma cuida disso e devolve esse tempo para onde só você pode atuar: o relacionamento.
Construída com inteligência artificial no núcleo, não adaptada depois.
O momento
Consolidar posições de várias instituições, conferir rentabilidade, montar o material de cada reunião. É trabalho que precisa ser feito — e que consome as horas que deveriam ir para o cliente.
O orçamento de tecnologia do setor está migrando em peso para inteligência artificial. Em pouco tempo, ter IA não vai diferenciar ninguém — vai ser o mínimo para continuar na mesa.
Para ajudar de verdade numa conversa, a IA precisa saber três coisas ao mesmo tempo: o que a casa está recomendando, o que o cliente tem em carteira e o que já foi conversado com ele. Essas três informações raramente estão no mesmo lugar.
O contexto
O relatório de mercado chega em PDF. A carteira está na custódia. E o que mais pesa numa conversa — o filho que entra na faculdade, a empresa que vai ser vendida, a reserva que precisa estar líquida em março — está na memória do assessor, no WhatsApp ou num caderno.
Esse contexto é do escritório. É o que transforma dado em conversa — e é exatamente o que costuma ficar de fora quando a preparação é feita na correria.
A IA na prática
Não é um assistente genérico. A IA consulta a carteira real, o que você registrou do cliente e o mercado do dia.
PerguntaMe prepara para a reunião com a Maria.
Cruza a carteira, o que você anotou dela e o mercado do dia — e monta a conversa. O que era 3 horas de preparação vira 30 segundos.
PerguntaAssumi algum compromisso com ela que ainda não cumpri?
O “prometi rebalancear e esqueci” que custa cliente — apontado antes da reunião, não depois da reclamação.
PerguntaA carteira dela está batendo o CDI?
Cota diária, já com taxas e impostos, comparada ao benchmark no período que interessa — na hora da pergunta, sem montar nada antes.
PerguntaA carteira está adequada ao perfil dela?
O gap de suitability apontado na hora, não descoberto numa auditoria de compliance.
PerguntaEla tem liquidez para uma retirada nos próximos 12 meses?
Quando o cliente vai precisar de caixa, você já sabe o que vence e quando — sem abrir planilha.
PerguntaQual o risco da carteira dela?
Sharpe, volatilidade, drawdown — saber onde está o risco antes do cliente perguntar por que caiu.
PerguntaQual a receita do escritório este mês?
Rebate, taxas e repasse consolidados, sem fechar o mês na unha.
PerguntaDe qual cliente e de qual assessor vem a minha receita?
Concentração de receita por cliente e por assessor — a visão que hoje mora em planilhas soltas.
PerguntaQuem está com a carteira fora do perfil declarado?
Os desenquadramentos da casa inteira numa lista, antes de virarem assunto de auditoria.
PerguntaQuais clientes têm vencimento relevante nos próximos 90 dias?
A agenda de conversas que o escritório deveria estar tendo.
A IA mostra fatos da carteira, não recomendação de investimento. A decisão é sempre sua.
A memória do relacionamento
Atas, notas, o que foi prometido, o que é sensível. Não mais espalhado entre WhatsApp, e-mail e planilhas. Fica no escritório.
A IA cruza a carteira, o que o cliente te contou e o relatório de mercado do dia — e monta a conversa. O que abordar, o que rever, o que ele vai precisar.
Privacidade por construção. O que é sensível fica marcado como uso interno e nunca vai para o cliente por engano — é o desenho do sistema, não uma promessa.
O cálculo por baixo
O motor de cálculo do mercado brasileiro rodando todo dia, para você não precisar montar nada antes da reunião.
Fundos, renda fixa, ações, caixa e provisões consolidados numa cota diária — como um fundo de verdade. Rentabilidade comparada ao benchmark no período que realmente existe.
“Quanto rendeu desde que abrimos?” — com a resposta na hora, não depois da reunião.
Come-cotas, IR regressivo, IOF, marcação de renda fixa a mercado ou na curva. O cálculo pesado do mercado brasileiro, feito por baixo.
O número pronto quando o cliente pergunta — e rastreável, para você mostrar de onde veio.
Sharpe, Sortino, Beta, volatilidade, drawdown, VaR — por carteira e por ativo. As métricas que a mesa de uma gestora acompanha, na mão do escritório.
Saber onde está o risco antes do cliente perguntar por que caiu.
Rebate, taxas, repasse, concentração de receita. A visão que o dono do escritório precisa para decidir — e que hoje mora em planilhas soltas.
Saber de qual cliente e de qual assessor vem a receita, sem fechar o mês na unha.
Tudo isso sobre carteiras consolidadas de várias instituições, com suitability enquadrado por horizonte e objetivo.
Para quem é
Cada escritório com seus dados isolados, cada assessor vendo só os seus clientes.
Não executa ordem nem substitui a plataforma da corretora — convive com ela.
Contato
Mostramos funcionando, com dados reais.